Antes da primeira aplicação, quase todo mundo pensa a mesma coisa.
“Eu estudei. Eu sei a teoria. Mas e agora?”
A anatomia está fresca na cabeça, os planos estão desenhados mentalmente…
mesmo assim, a mão sua.
E isso não é falta de preparo.
É respeito.
Na prática, o rosto fala.
Mas ele não fala igual ao livro.
Cada face tem história, assimetrias, hábitos, músculos mais fortes, áreas mais frágeis.
É aí que a teoria começa a ser testada.
O que era óbvio no slide exige decisão no paciente real.
E decisão pede critério.
Existe um momento muito claro.
Dá pra ver no olhar do aluno.
Ele para de perguntar “posso fazer?”
e começa a pensar “faz sentido fazer assim?”
A técnica deixa de ser automática.
O profissional começa a ler o rosto, e não apenas repetir pontos.
O medo não some.
Ele amadurece.
É ali, com supervisão, correção de mão, ajuste de profundidade e conversa franca, que tudo se encaixa.
A teoria sustenta.
A prática confirma.
A confiança nasce.
Não porque alguém mandou fazer.
Mas porque agora faz sentido.
Depois de anos ensinando, uma coisa ficou clara pra mim:
ninguém evolui de verdade só assistindo.
O crescimento acontece quando o profissional entende o porquê antes do como.
Quando ele sai da execução cega e entra no raciocínio clínico.
É exatamente isso que eu busco entregar na Imersão de Preenchimentos.
Não é sobre fazer mais.
É sobre fazer melhor, com segurança, consciência e responsabilidade.
Porque quando teoria e prática se encontram de verdade,
o profissional muda.
E o resultado acompanha.
Imersão de Preenchimentos — Valença/BA
28/02 e 01 de março
Se você sente que já estudou, mas ainda quer mais segurança na prática,
se quer entender o porquê antes do como,
e sair aplicando com consciência, critério e confiança…
Essa imersão é pra você.
Dois dias intensos, com prática real, supervisão próxima e foco no raciocínio clínico — não em repetir técnica.
Vagas limitadas.
Informações e inscrições pelo WhatsApp.
Nos vemos em Valença.





